ENSINO SUPERIOR: COMO ESCOLHER UMA BOA INSTITUIÇÃO DE ENSINO

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Após definir a carreira que pretende seguir, é hora de analisar as instituições de ensino que melhor se encaixam em suas necessidades, condições e nas exigências do mercado de trabalho. Como descobrir se uma faculdade é boa ou ruim? Há algum parâmetro?

Conhecer a avaliação do curso no MEC é um bom passo. O estudante pode também recorrer a outros meios, como o RUF [Ranking Universitário Folha] do jornal Folha de S.Paulo e outros guias.

No site do MEC (Ministério da Educação), por exemplo, é possível consultar notas obtidas pela instituição em avaliações nacionais, o que pode facilitar na hora da escolha.

Para a especialista, os vestibulandos também devem notar quais são os critérios dessas avaliações. “Tem algumas, por exemplo, que levam em consideração quantos mestres e doutores a universidade tem”.

“O estudante deve estar atento e analisar ainda como é composto o corpo docente daquela instituição e como ela é vista”, afirma Maria Beatriz Loureiro de Oliveira, coordenadora do Serviço de Orientação Vocacional da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Araraquara.

Nesse quesito, universidades estaduais e federais possuem certo prestígio, mas outras faculdades também são vistas com bons olhos pelo mercado. “A gente sabe que as instituições públicas são mais aceitas pelo mundo do trabalho, então a maioria delas já tem uma história de formação. Já as universidades privadas, algumas já vêm conquistando esse status”, analisa Maria Beatriz.

Visite o local

A estrutura é muito importante para determinados cursos. No caso de medicina, o aluno deve ver se há hospital, onde vão fazer seu internato. Ou então, em engenharia, analisar se a instituição tem laboratório adequado.

Para isso, o estudante pode fazer visitas agendadas às faculdades, conversar com alunos e ex-alunos para saber o que acham da instituição e como se colocaram no mercado de trabalho.

É bom pesquisar se a universidade oferece, por exemplo, estágio no exterior. Hoje em dia existem muitos convênios que valem a pena para o aluno conseguir uma boa experiência lá fora.

É importante ver se há disciplinas optativas, atividades extracurriculares, opção de intercâmbio ou então formação continuada no exterior. No site de boas instituições, deve haver essas informações e outras, como a grade curricular, o coordenador do curso e apresentação de professores.

Para a orientadora do Vértice, o mais importante é que o estudante tenha a noção de que os cursos não são iguais. A faculdade, apesar de ter um currículo básico comum, que é instituído pelo MEC ou pela instituição que regulamenta aquele curso, tem certa autonomia para deixá-lo a sua cara.

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